"Contos de Amores Vãos" é a coletânea de vinte narrativas que versam sobre a incompletude dos relacionamentos e a frustração que isso acarreta. Cada um dos textos utiliza uma técnica ou uma forma diferenciada dos demais, o que torna a obra ousada do ponto de vista formal. A obra foi contemplada via Lic Federal, por meio da Lei Rouanet, e tem o patrocínio das empresas Randon e Marcopolo.

CAIXA DE PESQUISA

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Dica para o Dia dos Namorados

Meu último livro, Contos de Amores Vãos, é uma
boa dica de presente para o próximo 12 de junho.
Trata-se de um coletânea de 20 histórias que versam sobre o amor,
em suas mais diferentes formas, algumas até bem cruéis,
ou no mínimo estranhas.
O livro tem sido adotado por inúmeras instituições de ensino,
até mesmo de nível superior, pelas variações de formas
narrativas e pelo tema "amor", visto por um ângulo
pouco explorado.
Pode ser encontrado em qualquer boa livraria da região,
Fica a dica.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Sugestão

"Contos de Amores Vãos" foi um dos
10 livros indicados
pelo blog Palavra Escrita,
do Clic RBS e Jornal Pioneiro,
como livros que valem ser lidos,
de excelentes autores da região.
Fica a dica.

quarta-feira, 16 de maio de 2012


          De acordo com Harold Bloom, “é longo o caminho que parte dos contos de Turgenev e leva aos de Tchecov e Hemingway, ainda que as histórias de Nick Adams pudessem ser intituladas Memórias de um pescador.”
         O interessante em Tcheckov é que chega a um ponto em que consegue criar conclusões que nada concluem. Seu talento, nas palavras de Bloon, é visível e indefinível.
            Lembrando Tchecov, conseguimos chegar aos contos contemporâneos de Uili Bergamin, que domina o gênero com a leveza dos escritores que parecem brincar com a palavra. Esse o objetivo. Esconder do leitor que aí teve trabalho, técnica e muito conhecimento literário.
           “Contos de Amores Vãos” é um livro que o leitor não quer largar de jeito nenhum. É bom demais. A leitura flui divertida, gostosa, trágica, perversa, incendiando o leitor. Os textos trazem qualidades e defeitos de homens e mulheres, o lado bom e ruim, a compreensão de quem vive no mundo-limite, que somos todos nós, com nossas “cicatrizes”, “disputas”, "amores-febre”, “deuses que somem”, “porcarias”, “infidelidades” e “confusões”.
             Não bastassem os contos, o livro traz uma beleza de monólogo interior.
        E a história da T? Uma mulher que se esconde do autor e então faz parte do livro. Bom… Esse mito… Não sei. Tenho dúvidas. Pode o autor tê-la criado? Pode, mas acho que não. Uili teria imaginação para criar uma T muito mais interessante que essa. Por isso até acredito ser verdade. A Sra. T deveria é se apresentar de uma vez. Quem não sabe do que estou falando, leia o livro.
           Enfim, “Contos de Amores Vãos” é um livro para ler hoje. E reler de novo daqui a algum tempo. Vale a aquisição e é um belíssimo presente também!

Ângela Broilo
Escritora
15.04.2012

domingo, 13 de maio de 2012

Aniversário

Sexta-feira última o "Contos de Amores Vãos"
completou um aninho de vida.
Parabéns pra ele.
Na quarta-feira anterior, dia 09, realizei palestra
dentro do projeto UCS autores, sobre o dito cujo e,
um ano depois do lançamento, ainda repercutiu bastante.
Dezenas de pessoas se fizeram presentes, questionaram,
opinaram, compraram o livro e pediram autógrafo.
Obrigado a todos pela presença.
Em tempo, "Contos de Amores Vãos" foi
inscrito no Portugal Telecom e no Prêmio AGES de
Literatura.
Vamos torcer.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

UCS Autores

Quarta que vem, dia 09 de maio, 18 horas,
tem Projeto UCS Autores,
no Bloco M da Universidade de Caxias do Sul.
Estarei conversando com o público presente sobre o
processo de construção dos meus
"Contos de Amores Vãos".
Também estarei autografando a obra, à venda no local
pela Livraria do Maneco.
Compareçam, será um prazer conversar com vocês.
Abraços e até lá.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Surpresa Literária

Uili Bergamin é uma agradável surpresa literária, que me cativou imediatamente.
Depois de alguns anos fora de Caxias, sem acompanhar a cena cultural, foi
quase um presente de boas vindas.
Li "Contos de Amores Vãos" e fiquei com a sensação de que o livro é,
na verdade, um romance onde a misteriosa T. conduz o fio narrativo.
Um livro para ler  e reler, revirar todos os vãos,
e não deixar escapar nada.

Maria Beatriz Dal Pont

sábado, 31 de março de 2012

Olhar de filósofa...

                        Dia desses pediram minha apreciação sobre “Contos de Amores Vãos”, de Uili Bergamin, e eu não respondi, fui evasiva. Como poderia responder assim, tão simples e prontamente, sobre algo tão profundo e complexo, como quem dá sua impressão a respeito de um objeto qualquer?
                        Tudo o que esse rapaz já escreveu é belo! Seu dizer é único no universo que conheço. Mas o “Contos de Amores” foi esculpido com mais esmero; é uma seleção cuidadosa de retratos humanos muito bem contados. É natural que o que já era ótimo fique melhor com o tempo e o conhecimento.
                        A dignidade que percebi em sua postura e em seu rosto, por ocasião do lançamento e no material publicado na imprensa, percebo também na obra.  Um olhar para além do que está em volta, uma expressão de quem sonda o momento e capta os sinais; um certo domínio do humano e de si. Um quê de serenidade, outro quê de humildade.
                        Na minha pequenez, digo que em “Contos...” os pensamentos de Uili dançam, fazem cirandas, enlaçam, soltam, voltam a pegar, fazem alegorias, revelam, desvelam, sussurram segredos e mistérios. A coreografia encanta.
                        Isso significa que o autor conhece bem as paragens e paisagens humanas. O modo lírico, poético e transcendente de dizer resgata do animal o divino do homem.
                        Amo “Contos de Amores Vãos”, assim como amo seus livros anteriores, mas reconheço a beleza viva e dolorosa desse último trabalho.
                        Parabéns, Uili! Sei o quanto de suor e sacrifício, renúncia e empenho há no teu fazer. Imagino como deve ser possuir o corpo como instrumento do dom e do talento.
                        Para ti, minha admiração e minha gratidão por me dares importância.



Maria Helena Brambila
Professora – 29/05/2011